
AVATAR
AVATAR
Mais uma pesquisa de intenção de votos aponta a liderança da candidata do PT, Dilma Rousseff entre o eleitorado. O canal de televisão BAND divulgou hoje levantamento feito pelo instituto Vox Populi que mostra a petista com 40% da intenção de votos.
O candidato do PSDB, José Serra, novamente aparece em segundo, com 35%. E Marina Silva, do PV, permanece em terceiro com 8%. Os percentuais se referem ao cenário em que todos os nomes dos postulantes à Presidência da República são apresentados aos entrevistados.
A margem de erro da pesquisa é de 1,8% para mais ou para menos. O levantamento ouviu 3 mil eleitores entre 24 e 26 de junho.
Na última pesquisa divulgada pela Band em parceria com o Vox Populi, Dilma já liderava, mas dentro da margem de erro. Em 15 de maio, ela tinha 38% das intenções de voto e Serra acumulava 35%. Marina Silva manteve os 8% do último levantamento.
Cenários
Na pesquisa espontânea, Dilma ampliou sua vantagem sobre o candidato da oposição em relação a maio. A petista tinha 19% das intenções naquele mês e, agora, subiu para 26%. Serra subiu de 15% para 20%. Marina Silva é lembrada espontaneamente por 4% dos eleitores, segundo a Vox Populi.
Num possível segundo turno entre Dilma e o tucano, ela levaria vantagem por quatro pontos percentuais: 44% a 40%. Essa diferença era de dois pontos percentuais a favor de Dilma em maio. Segundo o levantamento, para 50% dos eleitores Dilma tem mais chances de vencer a eleição do que os demais candidatos. Esse percentual em relação a Serra é de 35%.
Principais trechos da entrevista de Dilma ao programa Roda Viva, da TV Cultura
Entrevista de Dilma ao Roda Vida (28 de junho) - parte 2
Entrevista de Dilma ao Roda Vida (28 de junho) - parte 4-final
Entrevista de Dilma ao Roda Vida (28 de junho) - parte 3
Entrevista de Dilma ao Roda Vida (28 de junho) - parte 1
50 bilhões de reais para as rodovias nos próximos anos
Dilma na convenção do PT em Salvador (27 de junho)
Entrevista coletiva de Dilma em Salvador (27 de junho) - parte 8
Agência FAPESP – Em 2004, um grupo de pesquisadores brasileiros anunciou, em artigo publicado na revista Nature, a descoberta de pés de café desprovidos de cafeína. No entanto, a ideia de explorar comercialmente o café descafeinado natural tem se mostrado frustrada pela baixa produtividade das plantas, provenientes da Etiópia.
Agora, utilizando uma técnica para induzir mutação em sementes, um pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) obteve, a partir de sementes de um cafeeiro já utilizado comercialmente, sete plantas mutantes que combinam a produtividade e a ausência de cafeína.
O estudo, apoiado pela FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, foi realizado por Paulo Mazzafera, professor do Departamento de Biologia Vegetal e diretor do Instituto de Biologia da Unicamp. No artigo de 2004, o cientista teve a colaboração de pesquisadores do Instituto Agronômico, de Campinas (SP).
Segundo Mazzafera, seu experimento utilizou sementes do cafeeiro comercial Catuaí Vermelho, da espécie Coffea arabica, que foram tratadas com dois tipos de mutagênicos. As cerca de 28 mil plantas resultantes da germinação foram analisadas por um método qualitativo que identificava a presença ou ausência de cafeína.
“Com o tratamento, obtivemos sete cafeeiros que são praticamente desprovidos de cafeína. São plantas bastante vigorosas que já estão produzindo flores. Já fizemos boa parte das análises bioquímicas e moleculares dessas plantas e procuramos uma empresa brasileira interessada em implantar comercialmente esse café naturalmente descafeinado”, disse à Agência FAPESP.
O cientista explica que o campo experimental onde foi feito o experimento tem atualmente 250 plantas. Com as sementes disponíveis é possível plantar cerca de 5 hectares para testes.
“Se der tudo certo, vamos fazer mudas com essas sementes e levar tudo a campo em 2011”, disse Mazzafera, que é um dos membros da coordenação da área de Agronomia e Veterinária da FAPESP.
Segundo ele, o interesse comercial pelo café descafeinado é pequeno no Brasil, diferentemente do que ocorre em outros países. Menos de 1% do café comercializado em território brasileiro é descafeinado. Enquanto isso, na Europa e nos Estados Unidos, a divulgação dos efeitos adversos da cafeína tem provocado um aumento crescente do mercado de café descafeinado.
“O café descafeinado corresponde a cerca de 10% do total do café comercializado no mundo. Certamente, é um mercado muito interessante e muito valorizado. A alternativa de um café desse segmento que não tem necessidade de passar por processos industriais para ser descafeinado é bastante promissora em termos de mercado”, destacou.
Existem três processos para produção do café descafeinado. O método que emprega o solvente diclorometano, o método suíço, que utiliza água para retirar a cafeína, e o método de gás carbônico supercrítico. “No método suíço, a água retira a cafeína, mas leva junto muitos elementos importantes do café, tendo que ser retornada ao processo. Já o supercrítico exige instalações muito caras”, explicou Mazzafera.
“Como a flor abre antes, em tese ela pode receber pólen de plantas com outros teores de cafeína. O problema, no entanto, não é tão grave, porque podemos plantar lotes de café formados exclusivamente com as plantas mutantes, segregados dos lotes com as plantas normais. Ou podemos colocar abelhas nas plantações do material com baixo teor de cafeína, provocando assim um aumento da taxa de autofecundação entre elas”, disse Mazzafera.
Um dos principais resultados do método que envolveu indução à mutação foi a economia de tempo. “O melhoramento genético tradicional poderia demorar muitos anos para chegar a gerar plantas descafeinadas produtivas”, disse.
Terra Cena política deixa Serra sem lugar de novo, diz pesquisador O homem errado na situação errada. É assim que o professor Marcus Figueiredo, do Instituto Universitário de Pesquisa e Pós-graduação do Rio de Janeiro (Iupperj), ligado à Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), analisa o desafio enfrentado pelo candidato do PSDB, José Serra, na corrida pela presidência da República. "O jogo político colocou-o fora de lugar duas vezes. Esse é o principal problema dos tucanos", analisou Figueiredo Carta Maior Por que o governo FHC deu errado - por Emir Sader Hoje, quando a depressão da derrota – agora inevitável – domina o ninho tucano, os ataques, as cotoveladas e caneladas sobram para todo lado. Certamente consciente da derrocada do Serra, FHC se apressou a dizer, antes mesmo da divulgação da pesquisa do Ibope, que via com sérias preocupações as possibilidades do candidato tucano, apesar de que ele tinha “ajudado”. Por outro lado, a escolha do vice tornou-se um calvário. Não se trata agora de escolher um vice que consiga votos, mas um que tire menos votos e, conforme a indecisão foi aumentando a lista de pré-candidatos, descontente a menor gente. Chega-se ao que a pesquisa do Datafolha os tinha livrado, aparentemente: o de chegar a uma Convenção em queda livre nas pesquisas e sem o Aécio. Leia mais Youtube / Roda Viva Dilma critica novo factóide da Folha de S.Paulo: 'Não podemos aceitar acusações sem provas' http://www.youtube.com/watch? Terra "Igual a Alvaro Dias, DEM tem muitos", diz Demóstenes Torres Demóstenes acredita que Serra fez a articulação mais errada possível, no momento. "Gerou uma revolta (no DEM) que pode fazer, inclusive, com que o partido não o apóie", sinalizou. Agência Estado Guerra: impasse com DEM compromete vitória de Serra O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse nesta segunda-feira que o impasse em torno da definição do vice na chapa tucana pode comprometer a eleição do candidato à Presidência pelo partido, José Serra. "Temo que nós tenhamos, nesse episódio, atuado para comprometer a nossa vitória", afirmou Guerra em entrevista à Rádio CBN Clique aqui e ouça a entrevista concedida pelo senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) à Rádio CBN de SP - Duração:11m06s TV Terra Mercadante quer mesma chance dada a Lula Pré-candidato fala do desejo de administrar São Paulo e diz que pode fazer no Estado o que o governo do PT fez no País Duração: 5 minutos |
Previdência antecipa benefícios a vítimas de enchentes
Leia esta e outras notícias na edição desta terça
Barrado no baile, o DEM manda tirar cadeiras de sua convenção
Depois que os tucanos escolheram Álvaro Dias como vice de Serra, a convenção do DEM, que já não seria grande coisa, esvaziou ainda mais. Hoje, funcionários do hotel onde acontecerá a convenção, em Brasília, retiraram 100 das 300 cadeiras do auditório, já que a expectativa é de audiência minguada. Pelo menos é o que registra a Folha de S.Paulo.
A única coisa que restava ao DEM era indicar o vice da aliança que integra há 16 anos, mas com a rasteira que levou dos tucanos, a convenção só serve para ver se tem peito de romper com o PSDB e tomar outro caminho.
Serra incluiu o encontro na sua agenda, mas não sabe se será bem-vindo. Fernando Henrique Cardoso, chamado para apagar o incêndio entre os dois partidos, disse que o acordo dependia de amadurecimento, mas o entendimento entre as partes amadureceu tanto que caiu de maduro. Ao fim de um encontro hoje em São Paulo, não houve acordo.
Brizola Neto
A candidata do PT, Dilma Rousseff, afirmou hoje, durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que a população mais pobre tem sentido os efeitos inéditos de um "crescimento chinês" e forte nos níveis de renda. Segundo ela, os motivos são os programas sociais do governo e, principalmente, a renda obtida com emprego de carteira assinada.
Os entrevistadores perguntaram sobre temas como impostos, segurança pública, gastos públicos e eleições presidenciais. Com transmissão ao vivo pela internet, várias pessoas mandaram perguntas para conhecer mais as posições de Dilma sobre educação e saúde. O Roda Viva vai ao ar hoje mesmo às 22h pela TV Cultura e à meia-noite na TV Brasil.
Perguntada se o Brasil vive um processo de desindustrialização, Dilma disse que está ocorrendo o contrário: aumentam as cadeias produtivas e existe a volta de alguns setores industriais que tinham perdido força no passado, como a construção de navios.
“Eu não acho que país esteja passando por isso [desindustrialização]. Até acho que nós temos aumentado e introduzido seguimentos novos na economia brasileira. Vou dar como exemplo a indústria naval. Voltamos a fazer política industrial, tanto que voltou a ter estaleiros no Brasil”, disse.
Lula
Dilma disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva exercerá um papel importante de aconselhamento em um provável governo chefiado por ela. Segundo a candidata do PT, durante os últimos sete anos e meio, ela construiu uma relação de muita confiança com Lula e que não abrirá mão disso no futuro.
“Uma coisa muito forte é a relação que construi com o Lula na minha vida. Foi uma relação em que participei diuturnamente com o presidente nesse processo desde 2005, quando teve toda aquela crise", disse. "Não comecei no governo com 76% de aprovação. Vou querer muito que o presidente me aconselhe, não temo nenhuma interferência. Eu vou querer que o presidente me ajude a aprovar reformas importantes. Mas, tenho clareza que ele participará como ex-presidente.”
Saúde
Segundo dilma, o grande desafio da saúde é fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS). "Existe o programa de Saúde da Família, que reforçamos muito, os postos de saúde e os hospitais. Sou a favor das UPAs [Unidade de Pronto Atendimento] iniciadas há três anos pelo governo, que atendem urgência e emergência”, afirmou, ressaltando a importância das clínicas especializadas para atender casos que não sejam de alta complexidade, em que o atendimento é no hospital.
Dilma lembrou que a perda da arrecadação com a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) causou grandes prejuízos ao financiamento da saúde e que esse debate terá que ser travado no futuro. Contudo, descartou a volta da CPMF e disse que não fará campanha para isso. “Acho que a gente não volta atrás na história. Mas ninguém vai me dizer que a saúde perde R$ 40 bilhões e fica por isso mesmo. Acabou, está acabado [a CPMF]. Mas vamos ter que abrir o debate sobre financiamento da saúde no Brasil”.
Impostos
Dilma defendeu uma Reforma Tributária que reduza a zero o peso dos impostos nos investimentos das empresas e diminua a carga sobre a folha de pagamento de salários. Contudo, ela disse que pode se fazer um grande avanço no sistema tributário com medidas pontuais.
Educação
Agência Brasil
Na convenção do PT na Bahia, a candidata do PT, Dilma Rousseff, ressaltou hoje a diferença do projeto de continuidade do governo Lula em relação à oposição. “Somos diferentes daqueles que só prometem e quando vai ver o que eles fizeram eles condenaram esse país a ficar de joelho diante do Fundo Monetário Internacional (FMI), eles deixaram esse país sem crescimento, sem emprego, sem política social, um país em que uma parte ficava às escuras”, disse a petista durante seu discurso.
A convenção formalizou a candidatura à reeleição de Jaques Wagner ao governo baiano e de Walter Pinheiro (PT) e Lídice da Mata (PSB) ao Senado. Cerca de 3 mil militantes foram ao Centro de Convenções de Salvador e comemoraram com muito axé e forró.
“A Bahia é um estado especial do Brasil. Na Bahia a gente sente a força, a energia e a alegria. É onde está o início, o meio e o fim da brasilidade. Aqui, começou o Brasil e as lutas pela nacionalidade”, afirmou, no começo de sua fala.
Ela lembrou ainda a proximidade do dia 2 de julho, data em que a Bahia comemora a libertação dos domínios do exército português em 1823. Dilma disse que a data lembra outra luta do povo baiano.
“Dentro da melhor tradição democrática e de luta da Bahia, nessa semana que antecede o 2 de julho, tem um momento muito especial que aconteceu há quatro anos, em que você, Jaques, saiu lá debaixo com a força do povo baiano para derrotar a oligarquia, demonstrando que ninguém coloca canga no povo baiano”, salientou.
Ela disse que tem certeza de que a militância e o povo têm consciência dos avanços do governo Lula e que o Brasil não pode regredir. “A militância diante desse projeto de transformação não vai deixar que o atraso volte, não vai permitir que andemos para trás, porque somos um tipo diferente de gente."
Segundo ela, "somos aqueles que primeiro fazem o necessário, depois fazem o possível e quando menos se espera fazem o impossível, até porque somos aqueles que nunca acham que o impossível é impossível”.
Assista AQUI à entrevista coletiva de Dilma em Salvador.
Veja AQUI a reportagem sobre a convenção do PT baiano.
AOS 04 ANOS(1954)EU NÃO PODERIA COMPREENDER PORQUE OS CORRELIGIONÁRIOS DO MEU PAI LAMENTAVAM A MORTE DO GRANDE BRASILEIRO GETÚLIO VARGAS. AOS 11 ANOS,EU DISTRIBUIA CHAPAS, EM ENVELOPES, NOS COMÍCIOS DO PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO(O DE VARGAS).AOS 14 ANOS, ASSISTI A AMARGURA DOS SINDICALISTAS DIANTE DO DESCARRILAMENTO DA REVOLUÇÃO SOCIAL QUE SE PROCESSARIA COM JANGO GOULART(SEGUIDOR DE VARGAS). APÓS UMA LONGA TRAVESSIA DE UM "MAR TORMENTOSO", AOS 38 ANOS , ASSISTI AO COROAMENTO DO PROCESSO DEMOCRÁTICO COM A EDIÇÃO E PROMULGAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO CIDADÃ. HOJE, AOS 60 ANOS,PERPASSO AS FOTOGRAFIAS QUE FALAM DE POLÍTICOS E POLÍTICA E CONFESSO-ME SURPRESO.NÃO HÁ O MENOR RESPEITO A POSTURAS IDEOLÓGICAS.UM PRAGMATISMO DEVASTADOR APOSSA-SE DA POLÍTICA E DOS POLÍTICOS, QUE PARECEM BUSCAR APENAS ACOMODAR INTERESSES PESSOAIS OU SEUS INTERESSES ECONÔMICOS.ESTA FOTO, QUE ILUSTRA ESTA POSTAGEM TRAZ UMA SOCIALISTA,UM CRISTÃO NOVO DO WAGNERISMO E EX-CARLISTA, A MINHA CANDIDATA À VAGA DO LULA, SOCIALISTA E EX-GUERRILHEIRA, O SINDICALISTA GOVERNADOR E UM POSTULANTE AO SENADO, RELIGIOSO E NÃO-MATERIALISTA. PENSEI EM DESFILIAR-ME DO PSDB PARA VOTAR NA DILMA, CONSIDERANDO QUE O MEU PARTIDO TEM CANDIDATO. ENTRETANTO A MINHA ANGÚSTIA SE DISSIPA DIANTE DE TANTA HETEROGENEIDADE. ESTAMOS NO MUNDO DO PRAGMATISMO E DOS RESULTADOS. COM CERTEZA , ESTUDAREI, COM CARINHO E SEM RESSENTIMENTOS, O MAIS SINCERO PERDÃO AOS ADVERSÁRIOS DO PASSADO E PASSAREI A ANALISAR,AS FUTURAS COMBINAÇÕES POLÍTICO-PARTIDÁRIAS COM A VISÃO DA MINHA DESCRENÇA NOS JOGOS DE PODER. APESAR DE TUDO, CONFESSO-ME FILO-KARDECISTA. PORTANTO,SINTO-ME LIBERADO PARA CONSTRUIR A MINHA CHAPA DE ACORDO COM INSPIRAÇÕES HETERODOXAS.OLDECIR
VEJA DILMAOUTROVÍDEOS
Dilma na convenção do PT em Salvador (27 de junho)
Entrevista coletiva de Dilma em Salvador (27 de junho) - parte 8
Entrevista coletiva de Dilma em Salvador (27 de junho) - parte 7
Entrevista coletiva de Dilma em Salvador (27 de junho) - parte 6
Entrevista coletiva de Dilma em Salvador (27 de junho) - parte 5
Entrevista coletiva de Dilma em Salvador (27 de junho) - parte 4
Entrevista coletiva de Dilma em Salvador (27 de junho) - parte 3
Entrevista coletiva de Dilma em Salvador (27 de junho) -