"TODA SOCIEDADE SE AFERRA A UM MITO E VIVE POR ÊLE. O NOSSO MITO É O DO CRESCIMENTO ECONÔMICO"- Tim Jackson

sábado, 31 de março de 2012

ASSISTÊNCIA MATERNO INFANTIL EM FEIRA DE SANTANA

Ed Santos / Acorda CidadePor falta de entendimento com o município, obstetrícia do HGCA será transferida para o HEC


Segundo Zé Neto, com a implantação do serviço no HEC, o Hospital da Mulher perde recursos, pois, financeiramente receberia pelos procedimentos que eram do Clériston. 


Na manhã de terça-feira (27), o Secretário de saúde do Estado da Bahia, Jorge Solla, confirmou, em entrevista ao repórter Ed Santos do Acorda Cidade, que o atendimento de obstetrícia do HospitalGeral Clériston Andrade (HGCA) será transferido para o Hospital Estadual da Criança (HEC).

“Estamos preparando um novo contrato, pois o atual vence em junho. O Clériston tem uma demanda muito grande de pacientes de Urgência e Emergência e, a gente vem há muito tempo tentando convencer a Prefeitura Municipal a aumentar a obstetrícia do hospital municipal (Hospital da Mulher), e transferir a pediatria de lá para o Hospital da Criança. Infelizmente, nada foi feito. Então, se uma proposta não se concretiza, a gente trabalha outra”.
O deputado estadual Zé Neto, líder do governo na Assembleia Legislativa, disse que o município não está colaborando com o estado nesse sentido.



“Estamos há mais de um ano tentando fazer com que o Hospital da Mulher fique responsável por toda obstetrícia do município e mande para o HEC todo o atendimento de crianças de lá. O Secretário de Saúde, Getúlio Barbosa, até se interessou pela causa, mas o município, não.”

Ele acrescentou que na semana passada o Clériston não teve vaga para atender pacientes de alta complexidade porque a unidade estava lotada de parturientes.

“Têm dias que atendemos 18 partos que não são de alto risco. As pessoas chegam na porta do hospital e tem que ser atendidas, com essa medida, vamos resolver definitivamente o problema de suporte”. 
HOSPITAL DA MULHER – Segundo Zé Neto, com a implantação do serviço no HEC, o Hospital daMulher perde recursos, pois, financeiramente receberia pelos procedimentos que eram do Clériston.
“O município está involuindo quando se fala em saúde e, com isso, o estado tem que entrar em setores que não são da nossa competência”. 
Zé Neto finalizou a entrevista dizendo que, com essa medida, pode acontecer com o Hospital da Mulher, o mesmo que aconteceu com o Hospital Municipal da Criança, “entrar em período  de ostracismo”.
FONTE :ANDRÉ E A SAÚDE

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