"TODA SOCIEDADE SE AFERRA A UM MITO E VIVE POR ÊLE. O NOSSO MITO É O DO CRESCIMENTO ECONÔMICO"- Tim Jackson

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O PÚBLICO E O PRIVADO


Estatais investem R$ 64,8 bilhões até outubro, recorde dos últimos 15 anos

Posted: 01 Dec 2010 08:23 PM PST

Amanda Costa e Milton Júnior, Contas Abertas

“Nunca antes na história deste país as empresas estatais investiram tanto como neste ano. Juntas, as 75 companhias federais aplicaram, até outubro, R$ 64,8 bilhões em estradas, portos, aeroportos, plataformas petrolíferas e em projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O montante equivale a 68% do orçamento programado para investimentos em projetos de infraestrutura no país até o final do ano, estimado em R$ 94,9 bilhões. As aplicações das estatais também representam um crescimento real de 16% ante o mesmo período do ano passado, quando foram aplicados R$ 56 bilhões, e são recordes desde pelo menos 1995 (veja tabela). As informações foram divulgadas hoje pelo Ministério do Planejamento.

O setor de energia, onde estão incluídas as programações do Grupo Petrobras e Eletrobras, foi o responsável pela maior parte das aplicações, tendo recebido recursos da ordem de R$ 61,2 bilhões entre janeiro e outubro deste ano. Alguns programas, principalmente no âmbito do setor petrolífero, se destacaram. O programa “oferta de petróleo e gás”, por exemplo, concentrou R$ 27,7 bilhões dos investimentos realizados. As atividades do setor de energia estão vinculadas ao Ministério de Minas e Energia. Na contramão, as programações vinculadas ao Ministério do Transporte não desembolsaram um centavo até outubro deste ano.

Das 75 empresas que tiveram programação neste ano, dezoito apresentaram, até outubro, desempenho superior à média geral de 68% de execução. As entidades Manutenção e Adequação da Infraestrutura Operacional do Estado de São Paulo (Ceagesp) e a Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG), esta do grupo Petrobras, chegaram a ultrapassar o total previsto no orçamento de investimentos, com o desembolso respectivo de 726% e 116% de seus orçamentos. Contudo, as companhias aguardam a aprovação no Congresso Nacional de créditos adicionais para subsidiar as aplicações já realizadas.”
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