"TODA SOCIEDADE SE AFERRA A UM MITO E VIVE POR ÊLE. O NOSSO MITO É O DO CRESCIMENTO ECONÔMICO"- Tim Jackson

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

ALEXANDRE TOMBINI, FUTURO PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL,CURRICULUM VITAE IMPECÁVEL,DESENVOLVIMENTISTA,ESCOLHA DA PRESIDENTA DILMA.


  • Data e local de nascimento:

    • 9 de dezembro de 1963, Porto Alegre, RS.
  • Formação acadêmica:

    • Ph.D. em Economia, Universidade de Illinois, Urbana Champaign, USA agosto de 1991
    • Bacharelado em economia, Universidade de Brasília (UnB) dezembro de 1984
  • Função atual:

    • Diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro do Banco Central do Brasil, desde abril de 2006.
  • Funções exercidas:

    • Diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central do Brasil, entre abril e junho de 2006.
    • Diretor de Estudos Especiais do Banco Central do Brasil, entre junho de 2005 e abril de 2006.
    • Assessor Sênior do Diretor Executivo e Membro da Diretoria Executiva, Escritório da Representação Brasileira, Fundo Monetário Internacional (FMI), Washington D.C. EUA julho de 2001 até maio de 2005:
      • Formulação, análise e apresentação da posição brasileira em inúmeros assuntos de política do FMI, tais quais: modalidades de financiamento; monitoramento bilateral e multilateral, condicionalidades de programas;
      • Participação nas negociações dos programas brasileiros junto ao FMI
        em 2001, 2002, 2003 e 2004, incluindo participação em cada uma das revisões trimestrais durante o período (cerca de 15).
    • Chefe, Departamento de Estudos e Pesquisas, Banco Central do Brasil, Brasília, DF Brasil março de 1999 a junho de 2001:
      • Organização e implementação do Departamento de Pesquisas do BACEN;
      • Desenvolvimento de três áreas de atuação: metas de inflação, microeconomia do setor bancário e regulação do setor financeiro com ênfase em risco de mercado;
      • Responsável, como membro do Copom, pela elaboração e apresentação dos cenários econômicos, projeções da inflação e simulações da economia.
    • Consultor, Diretoria Colegiada do Banco Central, Brasília, D.F. Brasil maio de 1998 a março de 1999:
      • Ponto de contato entre a Diretoria de Supervisão e as áreas correspondentes no Banco Mundial e no Banco Internacional de Pagamentos (BIS).
    • Assessor Especial, Câmara de Comércio Exterior, Casa Civil da Presidência da República, Brasília, D.F. Brasil fevereiro de 1995 a maio de 1998:
      • Atuação em diversas áreas relacionadas à política de comércio exterior e às negociações comerciais internacionais.
    • Coordenador Geral da Área Externa, Secretaria de Política Econômica, Ministério da Fazenda, Brasília, D.F. Brasil dezembro de 1992 a janeiro de 1995:
      • Chefe do grupo técnico da negociação da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul.
    • Professor Visitante, Departamento de Economia da Universidade de Brasília, Brasília, D.F. Brasil março de 1993 a dezembro de 1994:
      • Cursos Lecionados na graduação: Economia Internacional, Avaliação de Projetos, Econometria Intermediária e Avançada e Introdução à Economia;
      • Cursos Lecionados no Mestrado: Avaliação de Projetos, Econometria e Séries Temporais.
    • Coordenador de Análise Internacional, Departamento de Assuntos Internacionais, Secretaria de Planejamento, Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento Brasília, D.F. Brasil setembro de 1991 a dezembro de 1992
      • Responsável pela Operação do modelo econométrico para a economia global (GEM) desenvolvido pela London Business School;
      • Editor do "Boletim de Conjuntura Internacional", publicação trimestral do Ministério
FONTE :SITE DO BANCO CENTRAL DO BRASIL
GOVERNO DILMA /TEMER I
A mais provável escolha de Alexandre Tombini(sem partido), apesar do pedido de São Lula para a permanência de Meireles,para ocupar a Presidência do Banco Central subordinado ao Ministério da Fazenda dirigido por Guido Mantega(PT), aponta para o predomínio de uma política desenvolvimentista comandada pelo ministro e inspirada pela Presidenta. Veremos a criação do Ministério das Micro e Pequenas Empresas, que hoje tem dificuldades para pagar 13°dos seus milhões de empregados e, certamente, assistiremos a uma política de redução de juros gradual e responsável, mas irreversível.Estas primeiras atitudes da Presidenta, sinalizam a sua personalidade forte e podem traduzir a tão desejada continuidade com garantias de inovação.Mais um dilmista deverá ser nomeado para o Ministério da Justiça, o petista José Eduardo Cardoso. Sem alarde, a Senhora Roussef,vai ocupando espaços vitais e deverá prestigiar partidos como o PSB, PDT, PCdoB e o PR, que embora conhecido como o "PARTIDO DOS RESULTADOS", conta com 41 deputados federais e será importante para a governabilidade. Tombini e José Eduardo são conhecidos como fichas limpas . Quanto à Casa Civil , sugiro à Presidenta que nomeie o Ministro Paulo Bernardo, pela competência e equilíbrio demonstrados nestes anos de Governo Lula. Êle não é dilmista nem lulista. Êle é paranaense.Lembrem-se:nós perdemos no Paraná! OLDECIR MARQUES.

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